MELHORES DO DIA 14/01: DJOKOVIC ESTA NO SORTEIO DO ABERTO DA AUSTRÁLIA!

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Nota do Pinchas: Bom Dia Traders e Investidores!! Como os ladrões dos juízes ingleses querem roubar US$3,2 bilhões do Facebook, nada esta tão ruim que não pode piorar e o Biden bidê escolhe a Raskin para ser a nova xerife de Wall Street, e todas as dicas de como operar nesta sexta-feira!

JPMorgan, Citi divulgam resultados do 4° trimestre

– EUA e Brasil divulgam números de vendas no varejo

– STF vê risco em reajuste para uma só categoria

– Cresce voto espontâneo em Lula, diz Exame/Ideia

– Aliansce Sonae propõe ‘fusão entre iguais’ com brMalls

O pré-mercado de Nova York é misto após perdas expressivas na sessão volátil da véspera, deslocando o foco para o início da temporada de balanços de grandes bancos nos Estados Unidos, que terá JPMorgan, Citigroup e Wells Fargo reportando hoje, assim como BlackRock. Os resultados de quarto trimestre das instituições financeiras devem ser os últimos antes do início do ciclo de altas de juros no país, que costuma favorecer os bancos ao encarecer o crédito. Investidor local olha resultado do varejo e pressão dos servidores federais por reajuste.

🗣️ Ásia fechou em queda, seguida por europeias, após liquidação de papéis de tecnologia em Wall Street, com falas agressivas de dirigentes do Federal Reserve preconizando subir juros na reunião de março do banco central americano…

Bolsas operam sem direção antes de balanços de bancos nos EUA e digerindo o aperto do contrato Fed
Os números do varejo de dezembro aqui e nos Estados Unidos movimentam os negócios, depois de uma semana marcada pela inflação

Renan Sousa

O marcado no final da semana será marcado pelo mau humor dos investidores contra a retirada de estímulos do Federal Reserve. As bolsas pelo mundo não se acostumam com a perspectiva de alta nos juros e aperto ainda nos EUA, o que pressiona os índices na manhã desta sextafeira (14).

Depois da maior inflação em 40 anos, os investidores estão cada vez mais certos de que a alta nos juros virá em março. Os próprios dirigentes e representantes do Fed não poupam as palavras e reafirmam a postura do BC americano contra um alto registro de preços.

Os balanços de grandes bancos devem movimentar os negócios hoje, com JPMorgan, Wells Fargo e outros divulgando seus resultados do trimestre.

Já em terras brasileiras o risco fiscal e o clima eleitoral das eleições de outubro marcaram os últimos dias do Ibovespa por aqui. Os dados inflacionários também pesaram no índice local, com o IPCA encerrando 2021 acima dos 10%.

Até o fechamento da última quinta-feira (14), o principal índice da B3 avança 3,5% na semana. Ontem, o Ibovespa fechou em queda de 0,15%, aos 105.529 pontos. O dólar à vista, por sua vez, fechou em queda de apenas 0,10%, aos R$ 5,5295.

Confira o que esperar da bolsa hoje — e o que movimentou nos últimos dias:

Brasil mutável
O investidor local mal começou a semana e o panorama doméstico já pesou logo na segunda-feira (10). Como outubro de outubro já começou a dar como caras, o que coloca em risco os gastos públicos para bondades de campanha.

O programa de refinanciamento das dívidas de micro e pequenas empresas (Refis) está focado em foco ao longo da semana. O presidente da República, Jair Bolsonaro, havia vetado o texto na semana passada, mas instaurou um novo programa para auxiliar empreendedores do Simples Nacional e MEIs.

Paralisação
Paralelo a isso, a greve de servidores da Receita Federal e do Banco Central permanece como um impasse.

Na noite de ontem (13), o ministro da Economia, Paulo Guedes, se reuniu com o presidente ao fim à paralisação das atividades, mas o encontro foi “frustrante”, segundo o Sindicato Nacional Auditores-Fiscais da Receita (Sindifisco), Isac Falcão.

Com a paralisação, diversas atividades paralisadas, em especial nos portos e aeroportos que transmitem atividades do exterior.

O dragão no Brasil
Ainda na composição do doméstico desta semana, a inflação brasileira fechou 2021 aos 10,06%, puxada, principalmente, pela alta nos preços dos compostos. Vale lembrar que a meta inflação no ano passado era de 3,75%, com tolerância máxima de 5,25%.

E para hoje….
O IBGE divulga pela manhã os números do varejo restrito e ampliado.

Na mediana das projeções de especialistas, pelo Broadcast ou varejo exclusivo deve permanecer estável em novembro e com alta de 1,5% no ano. Já o ampliado deve sentir um recuo de 0,6%, mas acumular no avanço de 4,5% ano.

Uma semana do Fed
O último período da semana ainda reflete o tom mais duro do Federal Reserve contra a inflação, após o discurso de Jerome Powell, presidente da instituição, na terça-feira (11).

O tom mais agressivo (hawkish, no jargão do mercado) ganhou corpo os dados inflacionários da quarta-feira (12), em que os EUA registraram a maior alta de preços no ano de 1982.

E os representantes de F não se preocupam em facilitar os investidores: manter o discurso de que o medo tratado também é necessário e que os itens de alta precisão irão prosseguir. Sem descanso.

É dada a largada!
Ainda com o gosto amargo do fim dos estímulos, os investidores internacionais atentos aos primeiros resultados do último trimestre. Grandes bancos como JPMorgan, Citigroup, Wells Fargo e BlackRock divulgam seus balanços antes da abertura nos EUA.

Por fim, o último anúncio da semana terá no cardápio os números de vendas no varejo dos Estados Unidos e a produção industrial de dezembro.

Perspectivas de que o ciclo de alta de juros está próximo de começar nos Estados Unidos seguem pressionando bolsas de valores nesta sexta-feira, 14, após declarações de membros do Federal Reserve terem contribuído para as fortes perdas registradas em Wall Street, no último pregão.

O S&P 500, principal índice de Nova York, vem de 1,42% de queda, enquanto o índice Nasdaq, com maior concentração de empresas de tecnologia, tombou 2,51%. O clima é mais ameno nesta manhã, ao menos, no mercado americano, que volta suas atenções à agenda de balanços do quarto trimestre.

Stoxx 600: – 0,50%
S&P 500 futuro (EUA): + 0,17%
Nasdaq futuro (EUA): + 0,11%

Entre os resultados mais aguardados estão os de grandes bancos americanos, que devem servir para balizar as expectativas para os números do setor, no Brasil. Entre os balanços do dia estão os do JPMorganWells FargoCitigroup e da maior gestora do mundo BlackRock.

Dados da atividade econômica americana também seguem no radar, com a divulgação das vendas do varejo, às 10h15 (de Brasília) e da produção industrial, às 11h15, ambos referentes ao mês de dezembro.

Números de vendas do varejo também serão divulgados no Brasil, mas relativos ao mês de novembro. Por aqui, a expectativa é de queda de 0,2% na comparação mensal e de 6,5% na comparação anual.

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Fusão Aliansce-brMalls

Aliansce Sonae (ALSO3) oficializou a oferta para a combinação de negócios com a brMalls (BRML3). Os termos propostos envolvem a incorporação das ações da brMalls pela Aliansce, com a base acionária da brMalls recebendo, em troca, uma parcela em ações e outra, em dinheiro.

Os acionistas da brMall receberão, caso a proposta seja aceita, novas ações emitidas pela Aliansce representativas de 50% de seu capital social. Dessa forma, seria emitida 1 ação da Aliansce para cada 0,318 ação da brMalls. Adicionalmente, os acionistas da brMalls receberão 1,350 bilhão de reais em dinheiro, sendo 1,618 real por ação.

“A Operação pretendida representa uma excelente oportunidade de criação de valor, que resultará em significativos ganhos aos acionistas de ambas as companhias e, em especial, que viabilizará, ainda mais, a transformação dos setores de varejo e shopping centers por meio do fortalecimento da companhia combinada”, afirma a Aliansce Sonae em fato relevante.

Camil

Camil (CAML3) reportou na última noite seu resultado do trimestre encerrado em novembro. No período, a companhia teve redução de 6,9% de seu lucro líquido para 120,5 milhões de reais, enquanto a receita líquida cresceu 14% para 2,273 bilhões de reais. A receita foi impulsionada pelo aumento do volume de vendas e dos preços do feijão e açúcar. A teleconferência sobre o resultado será às 11h e poderá ser acessada por este link.

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A decisão do presidente dos EUA, Joe Biden, de escolher Sarah Bloom Raskin para liderar a regulação e supervisão do Federal Reserve colocará um progressista no papel mais poderoso de supervisionar os maiores bancos de Wall Street.

Raskin, ex-governador do Fed e funcionário do Tesouro do ex-presidente Barack Obama, substituirá Randal Quarles, que foi nomeado vice-presidente do Fed para supervisão pelo ex-presidente republicano Donald Trump em 2017, de acordo com uma fonte familiarizada com o assunto.

Uma fonte familiarizada com o processo disse que Biden selecionou Raskin. Sua nomeação estaria sujeita à confirmação do Senado.

Quarles renunciou https://www.reuters.com/world/us/feds-randal-quarles-resign-end-december-2021-11-08 do cargo em outubro e deixou o banco central no final de dezembro.

O papel de supervisão bancária é a mais importante de várias vagas no Conselho de Governadores de sete membros do Fed disponíveis para serem preenchidas por Biden, dando ao democrata em primeiro mandato a oportunidade de orientar a direção da supervisão de Wall Street e da política monetária por anos para venha.

Biden também escolheu Biden também escolheu os economistas Lisa Cook e Philip Jefferson para ajudar a preencher o conselho de sete membros do Fed, a fonte disse que os economistas Lisa Cook e Philip Jefferson para ajudar a preencher o conselho do Fed, disse a fonte.

Espera-se que Raskin adote uma postura muito mais dura em Wall Street do que Quarles, que irritou os progressistas com uma abordagem favorável à indústria que incluiu a flexibilização de várias regras introduzidas após a crise financeira global de 2007-2009.

Ela conduziria a política em questões espinhosas, incluindo riscos financeiros de mudanças climáticas, regras de empréstimos comunitários e empresas de tecnologia financeira, e provavelmente revisaria várias das mudanças nas regras de Quarles, que abrangem regras sobre investimentos especulativos de bancos, negociação de derivativos, liquidez e capital.

Biden já decidiu renomear o presidente do Fed Jerome Powell para um segundo mandato e o governador Lael Brainard para o outro cargo de vice-presidente do Fed, focado na agenda de política econômica e monetária do Fed.

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O tenista número um do mundo Novak Djokovic foi incluído no sorteio do Aberto da Austrália nesta quinta-feira (13), embora a incerteza sobre sua participação no torneio continue pairando, com o governo australiano considerando se deveria ou não revogar seu visto pela segunda vez.

O ministro da Imigração, Alex Hawke, pode exercer seu poder discricionário para cancelar o visto com base na preocupação sobre a isenção médica do sérvio das regras de vacinação contra o novo coronavírus (covid-19) da Austrália.

O atual detentor do título do torneio, de 34 anos, que treinou na Rod Laver Arena na quinta-feira, enfrentará o compatriota sérvio Miomir Kecmanovic em sua partida de estreia, provavelmente na segunda ou terça-feira.

A saga intensificou o debate global sobre os direitos dos não vacinados e se tornou uma questão política complicada para o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, enquanto ele faz campanha para a reeleição.

A Austrália deve realizar uma eleição até maio, e enquanto o governo de Morrison ganhou apoio em casa por sua posição dura sobre a segurança na fronteira ele não escapou das críticas sobre a maneira que lidou com a questão do visto de Djokovic.

Djokovic, um cético em relação à vacina, alimentou a raiva generalizada na Austrália quando anunciou que estava a caminho de Melbourne com uma isenção médica dos requisitos para que os visitantes fossem vacinados contra a covid-19.

Na chegada, a Força Fronteiriça Australiana decidiu que sua isenção era inválida e ele foi mantido junto com os requerentes de asilo em um hotel de detenção da imigração por vários dias.

Um tribunal, na segunda-feira, permitiu que ele ficasse no país com o argumento de que os funcionários tinham sido “irracionais” em sua entrevista em um processo de sete horas no meio da noite.

O governo deve agora decidir se deixa Djokovic permanecer no país e, consequentemente, seguir na busca pelo 21º título de um torneio de Grand Slam, o que seria um recorde entre os homens.

“O que ele deve [fazer], é expulsá-lo”, disse Tyler Agnew, morador em Melbourne, sobre a decisão pendente, refletindo a raiva generalizada em um país que suportou alguns dos maiores lockdowns do mundo e tem uma taxa de vacinação de 90% entre os adultos.

A causa de Djokovic não foi ajudada por um erro em sua declaração de entrada, onde uma caixa foi marcada declarando que ele não havia viajado para o exterior nas duas semanas anteriores à partida para a Austrália.

Na verdade, ele tinha ido da Sérvia para a Espanha. Djokovic atribuiu o erro a seu agente e reconheceu que também não deveria ter feito uma entrevista e uma sessão fotográfica para um jornal francês em 18 de dezembro enquanto estava infectado pela covid-19.

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O gigante da mídia social Facebook (NASDAQ:FB), agora conhecido como Meta Platforms, enfrenta uma ação coletiva de mais de 2,3 bilhões de libras (US$ 3,2 bilhões) na Grã-Bretanha por alegações de que abusou de seu domínio de mercado ao explorar os dados pessoais de 44 milhões de usuários.

Liza Lovdahl Gormsen, consultora sênior da Autoridade de Conduta Financeira da Grã-Bretanha (FCA) e acadêmica de direito da concorrência, disse que estava trazendo o caso em nome de pessoas na Grã-Bretanha que usaram o Facebook entre 2015 e 2019.

O processo, que será ouvido pelo Tribunal de Apelo da Concorrência de Londres, alega que o Facebook ganhou bilhões de libras impondo termos e condições injustas que exigiam que os consumidores entregassem dados pessoais valiosos para acessar a rede.

Quinn Emanuel Urquhart & Sullivan, o escritório de advocacia que representa Lovdahl Gormsen, notificou o Facebook sobre a reclamação.

O Facebook disse que as pessoas usam seus serviços porque agregam valor para eles e “têm um controle significativo de quais informações compartilham nas plataformas da Meta e com quem”.

O caso ocorre dias depois que o Facebook perdeu uma tentativa de derrubar um processo antitruste da Federal Trade Commission (FTC), um dos maiores desafios do governo dos EUA contra uma empresa de tecnologia em décadas, enquanto Washington tenta enfrentar o extenso poder de mercado da Big Tech.

“Nos 17 anos desde que foi criado, o Facebook se tornou a única rede social no Reino Unido onde você pode ter certeza de se conectar com amigos e familiares em um só lugar”, disse Lovdahl Gornsen.

“No entanto, havia um lado sombrio no Facebook; ele abusou de seu domínio de mercado para impor termos e condições injustas aos britânicos comuns, dando-lhe o poder de explorar seus dados pessoais”.

Lovdahl Gormsen alega que o Facebook coletou dados em sua plataforma e por meio de mecanismos como o Facebook Pixel, permitindo que ele construa uma “imagem abrangente” do uso da Internet e gere perfis de dados valiosos e profundos dos usuários.

Ações coletivas de exclusão, como a de Lovdahl Gormsen, vinculam um grupo definido automaticamente a uma ação judicial, a menos que indivíduos optem por não participar.

(US$ 1 = 0,7277 libras)

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As vacinas para crianças da Pfizer contra Covid-19 que chegaram ao Brasil na madrugada desta quinta (13) começam a ser enviadas aos estados nesta noite, segundo o Ministério da Saúde. Pela previsão da pasta, o Distrito Federal deve ser a primeira unidade da Federação a receber as doses, à 0h05 desta sexta-feira (14). Ao todo, esse primeiro lote contém 1,248 milhão de imunizantes para crianças entre 5 e 11 anos.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a maior parte das pessoas hoje hospitalizadas e em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) devido a complicações da Covid-19 não está vacinada contra a doença. As informações foram repassadas em fala durante recebimento do primeiro lote de vacinas contra a Covid para imunizar crianças de 5 a 11 anos.

O presidente Jair Bolsonaro disse que vai assinar uma MP (medida provisória) para destinar ao menos R$ 3 bilhões para os estados que sofreram estragos por causa de fortes chuvas e enchentes nos últimos meses.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, se reuniu com auditores-fiscais da Receita Federal para negociar o fim do movimento da categoria, que tem dificultado a liberação de cargas nos postos de fronteira do país, mas saiu do encontro sem acordo.

O pagamento do Auxílio-gás será realizado junto com o Auxílio Brasil a partir da próxima terça-feira (18), quando começa o calendário deste ano do programa. Com a inclusão de novos 3 milhões de beneficiados, receberão o pagamento 17,5 milhões de pessoas. A Caixa informou que não é necessário ir às agências para o cadastramento da conta, já que o valor será liberado pelo aplicativo Caixa Tem.

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Bons Negócios  !!_____________Yochanan Pinchas

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